Balbina Camila de Araujo
marcou seu nome
no pioneirismo da filantropia
em Minas Gerais.

Aos 67 anos, viúva e sem filhos, Balbina previu que seriam seus últimos meses de vida e resolveu expandir seus dons de caridade para os necessitados de toda uma cidade.

Registrou em testamento
a criação da Fundação Balbina Camila de Araújo.
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Em 1897,
ano da fundação da
capital, Balbina já estava
em Belo Horizonte.

Em 1897, ano da fundação de Belo Horizonte, Balbina e Francisco José de Araujo, seu esposo, já estavam na capital. A partir de 1898, eles passaram a adquirir imóveis na nova cidade cujos alugueis serviram para encorpar o patrimônio do casal.

Porteiro da antiga “Câmara dos Deputados”, atualmente, Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Francisco integrou a equipe da instituição em 1895, ainda em Ouro Preto, a antiga capital, e permaneceu nela até 1918, já em Belo Horizonte.

No coração de BH

Em 1910, eles adquiram um sobrado no coração de Belo Horizonte, com várias benfeitorias.

Pelas lojas deste imóvel passaram empreendimentos como a “Casa Oscar Marques”, onde vendiam-se roupas masculinas finas sob a administração do comerciante que lhe dá nome.
"Em uma velha cidade... Senti-me outra vez na Belo Horizonte de 1915, 1920, idades mitológicas, de que não há memória entre os homens e as mulheres de hoje... O mundo era pequeno e limitava-se ao norte pelo Café Estrela, na rua da Bahia, e a leste pela Casa Oscar Marques, na Avenida Afonso Pena".
Carlos Drummond Andrade
Para criar juridicamente a FBCA, Balbina convocou o advogado e professor Antonio Navarro. Ele colocou no papel todos os últimos anseios da fundadora e escreveu o estatuto da nova instituição. Navarro foi nomeado pela própria Balbina como o primeiro diretor da Fundação.
Os documentos diziam que na falta do jurista, Balbina determina que a Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP) assumisse a gestão da Fundação. A parceria com o Ministério Público também já estava prevista naquela época. E assim foi feito quando Navarro morreu em 1932.
Wellington Geraldo da Silva Correa

Atual presidente da
Fundação Balbina Camila de Araújo

O falecimento de
Camila Balbina de Araújo

Debilitada, porém lúcida, onze meses após criar a Fundação, em 8 de junho de 1927, Balbina morre em casa, vitimada por uma arteriosclerose.

Ela foi sepultada no Cemitério do Bonfim, cujo jazigo traz um busto do marido, esculpido em mármore e em tamanho natural. Com o adeus à benfeitora, torna-se realidade a ideia dela de transformar o próprio lar em uma fonte de auxílio à “pobreza necessitada” de Belo Horizonte, expressão descrita nos documentos que ela deixou.

Sede atual da
Fundação Balbina

O sobrado da avenida Afonso Pena foi último imóvel que restou do patrimônio do casal. Hoje no endereço funciona a sede da FBCA. Porém, no lugar do antigo sobrado há o prédio de salas comerciais construído em 1967, o “Edifício Balbina Camila de Araujo”.
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Missão

Garantir a perenidade e a sustentabilidade de projetos de transformação social, a partir da gestão e multiplicação de ativos imobiliários.

Visão

Ser referência em transformação social sustentável no país.

Valores

Transformacão, Acolhimento, Envolvimento e Zelo.

Valor financeiro 
gerando valor social

Por meio de edital anual, a Fundação Balbina patrocina projetos selecionados de entidades belo-horizontinas como creches, abrigos, entre outras.

Tudo isso com rendimentos provenientes dos aluguéis de seus imóveis comerciais.